OBS: Em caso do candidato reprovar, só
poderá fazer a próxima tentativa
após cinco dias corridos.
1. Caneta esferográfica azul ou preta
2. Lápis
3. Lapiseira
4. Régua
5. Um par de esquadros
6. Transferidor
7. Compasso
8. Borracha
RIPEAM
1) O RIPEAM tem por finalidade evitar o abalroamento
no mar, utilizando-se regras internacionais de
navegação luzes e marcas e, ainda, sinais sonoros.
2) Na situação de roda a roda, ou seja as embarcações
proa com proa, as duas guinam para boreste.
3) Na situação de rumos cruzados, tem preferência
de passagem a embarcação que avistar a outra pelo
seu bombordo, isto é, a que vê a luz verde.
4) No caso de uma embarcação alcançando a outra,
tem preferência de passagem a que está com maior
velocidade, alcançadora, que deverá manobrar para
passar pela outra, à frente.
5) Um veleiro e uma lancha vinham navegando em
rumos cruzados. Tendo preferência de passagem,
o veleiro não manobrou e esperou que a lancha
guinasse, enquanto se aproximava rapidamente dela.
Houve uma colisão das duas embarcações. Podemos
concluir que apesar da lancha ter errado por não
manobrar, para evitar o acidente, o veleiro não
pode ser isentado de culpa pois, a embarcação
que tem preferência deverá manobrar para evitar
a colisão, caso a outra, obrigada a manobrar,
não o faça.
6) Toda manobra deverá ser feita de forma franca
e positiva, com ampla antecedência, demonstrando
à outra embarcação, que houve alteração de movimento.
7) No caso de um rio onde duas lanchas de esporte
e recreio navegam em rumos opostos, a embarcação
que vem a favor da corrente deverá se posicionar
no meio do rio e a outra na sua margem de boreste,
sendo que a que vem a favor da corrente tem preferência.
8) Em canais estreitos as embarcações devem navegar
pela margem mais próxima a seu boreste e sempre
manobrar para boreste quando verificar o risco
de colisão.
9) Num canal ou rio, principalmente estreitos,
a embarcação maior tem preferência em relação
à miúda.
10) A velocidade de segurança é velocidade que
possibilita uma ação apropriada e eficaz de evitar
uma colisão e de parar a embarcação a uma distância
segura e, quando cruzamos com outras embarcações
atracadas ou fundeadas ou mesmo localizadas às
margens dos rios e canais, devemos diminuir a
velocidade.
11) Uma embarcação à vela tem preferência de manobra
em relação a uma embarcação a motor.
12) As luzes de navegação mais comuns, em embarcação
de esporte e recreio são uma luz branca a vante,
uma luz de alcançado branca, luzes verde e encarnada
(vermelha), combinadas.
13) Os sinais sonoros que podem ser emitidos por
apitos, buzinas ou ainda sinos, são utilizados
nas situações de manobra, advertência e em baixa
visibilidade.
14) Um apito curto significa que estou guinando
para boreste.
15) Dois apitos curtos significam que estou guinando
para bombordo.
16) Três apitos curtos significam que estou dando
"máquinas atrás".
17) Dois apitos longos seguidos de dois curtos
significam que estou ultrapassando por bombordo.
18) Dois apitos longos seguidos de um curto significam
que estou ultrapassando por boreste.
19) Cinco apitos curtos ou mais significam que
não entendi suas intenções de manobra.
20) Um apito longo de dois em dois minutos significam
que existe embarcação a motor em movimento, com
visibilidade restrita.
21) Dois apitos longos de dois em dois minutos
significam que existe embarcação parada, em visibilidade
restrita.
22) Uma embarcação sem governo tem preferência
em relação à embarcação à vela, à embarcação com
capacidade de manobra restrita e à embarcação
engajada na pesca.
23) Embarcação fundeada deverá exibir uma luz
branca onde melhor possa ser vista.
24) Embarcação com reboque de menos 200 metros
de comprimento deverá exibir duas luzes branca
no mastro.
25) Embarcação com reboque de mais de 200 metros
de comprimento deve exibir três luzes brancas
no mastro.
26) Embarcação de grande porte que carrega cargas
perigosas deverá exibir, à noite, uma luz encarnada
(vermelha) no alto do mastro.
27) Durante o dia, uma embarcação fundeada deverá
exibir um balão preto no mastro.
28) Em curvas de rios ou canais estreitos, onde
a visibilidade é prejudicada, devemos dar um apito
longo para chamar atenção.
29) O apito curto tem a duração de aproximadamente
1 segundo.
30) O apito longo tem a duração de 4 a 6 segundos.
31) A forma mais correta de cruzar uma embarcação
com outra embarcação vindo em sentido contrário
é bombordo com bombordo.
32) As luzes de navegação não, deverão ser usadas
quando a embarcação estiver atracada no cais.
33) Na ausência de apito, a embarcação poderá
utilizar buzina ou sino para sinalizar as suas
intenções.
34) As embarcações de esporte e recreio, sem propulsão
a motor, com menor de 5 metros de comprimento
estão dispensadas de usar buzina ou outro dispositivo
que a substitua.
35) Um balão preto içado no mastro principal ou
onde melhor possa ser visto não constitui sinal
de perigo.
36) Uma luz intermitente amarela cruzando o canal,
à noite, poderá ser uma embarcação desenvolvendo
grande velocidade ao navegar.
37) Uma embarcação de esporte e recreio deverá
evitar cruzar uma via de tráfego, tanto quanto
possível, porém, se for necessário tal manobra,
deverá fazer de forma a cruzar perpendicularmente
a via de tráfego.
38) As luzes de bordos, de mastro e de alcançado
são setorizadas para melhor identificar o movimento
da embarcação, à noite.
39) O holofote pode ser utilizado em rios estreitos
para, à noite, iluminar curvas.
BALIZAMENTO
40) São situações normalmente indicadas por balizamento
os perigos naturais, limites laterais dos canais,
zonas de acidentes marítimos importantes e novos
perigos.
41) São sinais de balizamento: sinais laterais
e sinais especiais; sinais cardinais e sinais
laterais; sinais de perigo isolado e sinais cardinais.
42) A identificação dos sinais durante o dia é
feita por marca de tope, forma e cor.
43) A bóia cega é que não emite luzes.
44) A identificação do balizamento, à noite, é
feita por ritmo de apresentação e cores das luzes.
45) O sistema de balizamento poderá ser de um
dispositivo chamado Racon que é um sistema que
emite um sinal na tela do radar e que facilita,
portanto, a sua identificação.
46) O único caso em que utilizamos um balizamento
dobrado, com dois sinais iguais é no caso de perigo
isolado não registrado na carta náutica.
47) O sinal lateral de canal que fica a boreste
de quem entra no porto tem a cor encarnada.
48) A bóia de bombordo emite luz, à noite, de
cor verde.
49) O sinal lateral de canal que fica a bombordo,
de quem entra no porto, tem a cor: verde.
50) A bóia de boreste emite luz, à noite, de cor
encarnada.
51) O balizamento que indica águas seguras, possui
as cores branca e encarnada.
52) O balizamento que indica perigo isolado, possui
as cores preta e encarnada.
53) O balizamento que indica qual o quadrante
que, a partir dele, temos águas seguras, tem as
cores amarela e preta.
54) O balizamento de canal preferencial, tem as
cores: verde e encarnada.
55) À noite, a cor das luzes de sinais cardinais,
perigo isolado e águas seguras é branca.
56) As bóias do balizamento podem ser cegas ou
luminosas.
57) À noite, a cor da luz emitida, pelo balizamento
de canal preferencial a boreste é verde.
58) À noite, a cor da luz emitida, pelo balizamento
de canal preferencial a bombordo é encarnada.
59) A numeração do balizamento de canal segue
a ordem crescente, a partir da entrada do canal.
60) Uma bóia com cor preta e uma ou mais faixas
horizontais encarnadas indica perigo isolado.
61) Uma bóia com cores brancas e encarnadas em
faixas verticais, indica águas seguras.
62) Os formatos das bóias laterais de canal são
cilíndrico, pilar, charuto ou cônego.
63) Quando um navegante, em sua embarcação, vem
se aproximando de uma bifurcação de canal e se
depara com um balizamento de duas cores, e sendo
que ele verificou que a maior profundidade estava
no canal a seu boreste, as duas cores vistas pelo
navegante são verde, com uma faixa horizontal
encarnada.
64) No balizamento de uma hidrovia, ao observar-se
um sinal “X” numa placa, à margem do rio, significa
trocar de margem.
65) No balizamento de uma hidrovia, ao observar-se
um sinal “H” numa placa, à margem do rio, significa
seguir meio do canal.
66) No balizamento de uma hidrovia, ao observar-se
um sinal “Y” numa placa no rio, significa bifurcação
de canal.
67) No balizamento de uma hidrovia, ao observar-se
um sinal “+”numa placa no rio, significa perigo
isolado.
68) No balizamento de uma hidrovia, ao observar-se
um sinal “ ” numa placa no rio, significa seguir
margem.
69) Numa ponte que atravessava o rio, ao observar-se
dois losangos amarelos, um ligado ao outro pelos
pontos laterais, isto significa que o tráfego
é permitido com sentido único.
70) Numa ponte que atravessava o rio, ao observar-se
um losango amarelo, isto significa que o tráfego
é permitido nos dois sentidos.
71) Numa ponte que atravessava o rio, ao observar-se
um triângulo verde, isto significa que o tráfego
está à direita de quem desce ou sobe o rio.
72) Numa ponte que atravessava o rio, ao observar-se
um retângulo pintado de vermelho, isto significa
que o tráfego está à esquerda de quem desce ou
sobe o rio.
73) Numa ponte que atravessava o rio, ao observar-se
um retângulo vermelho com uma faixa larga horizontal
branca no meio, isto significa que o tráfego está
proibido.
74) Uma bóia, à noite, emitindo uma luz amarela,
pode significar área de recreação.
75) À noite, foi avistada uma luz verde piscando
e, pela carta náutica, verificou-se a aproximação
da entrada de um porto. O formato provável deste
sinal é cilíndrico.
76) Durante o dia, observou-se uma haste em forma
de polar, com duas esferas pretas na sua parte
de cima. Provavelmente estamos diante de um perigo
isolado.
77) Durante o dia, observou-se um pilar, com dois
cones pretos em cima. Provavelmente estamos diante
de um quadrante de águas seguras.
78) O balizamento de interior de porto obedecerá
a regras definidas e deverá ser utilizado, pelo
navegante, como orientação para uma navegação
segura.
MANOBRA
79) A temperatura da água é um fator que não altera
condições de manobra da embarcação.
80) O leme é uma estrutura metálica ou de madeira,
que tem por finalidade dar direção a embarcação
e mantê-la no rumo determinado.
81) O hélice é uma estrutura metálica, que possui
pás e serve para movimentar a embarcação através
de seu próprio giro, acoplado através de um eixo
longitudinal a um motor.
82) As âncoras são peças metálicas, capazes de
prender no fundo, para permitir que a embarcação
se mantenha fundeada, ou seja, sem se deslocar
da posição.
83) As amarras são elos ou cabo que serve para
prender a âncora ao paiol da amarra ou ao convés
da embarcação.
84) As fainas de fundear ou suspender devem ser
feitas sempre observando as condições de vento,
corrente e maré, procurando afilar-se ao que predominar
mais.
85) Uma das condições que não é necessária para
caracterizar um bom fundeadouro é ter um espaço
limitado para não se fundear fora da área permitida.
86) Para atracar deve-se, em geral, manobrar da
seguinte forma: aproximar do cais, num ângulo
de 45º, de modo a passar um cabo de proa logo
que possa, colocando o leme para o bordo oposto
ao do cais, para deslocar a popa para este.
87) Os cabos principais de amarração são lançantes,
espringues e traveses.
88) As espias são cabos de amarração usados na
faina de atracar uma embarcação.
89) Havendo correnteza no local, que se vai atracar
uma lancha, devemos aproveitar seu efeito e atracar
contra a correnteza, passando-se um cabo dizendo
para vante e outro dizendo para ré.
90) Para desatracar a embarcação devemos largar
os cabos de ré, procurando manobrar para abrir
a popa e com, o motor dando atrás, aproveitar
o efeito do leme para afastar a popa e então largar
os cabos de vante.
91) Com correnteza de proa minha a desatracação
se processa folgando primeiro os cabos de vante
e mantendo os de ré apertados.
92) A bóia de arinque é utilizada para indicar
o local onde a âncora ficou presa no fundo.
93) São partes de uma embarcação: proa, popa,
boca, quilha, bordos e convés.
94) O través é a espia que serve para amarrar
a embarcação, saindo perpendicularmente ao cais.
95) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a meio, com seguimento e hélice
em marcha avante, a proa guinará para boreste
lentamente.
96) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a meio, com seguimento e hélice
em marcha a ré a proa guinará para boreste lentamente.
97) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a boreste, com seguimento e
hélice em marcha avante, a proa guinará para boreste.
98) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a boreste, com seguimento e
hélice em marcha a ré, a proa guinará para boreste
lentamente.
99) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a bombordo, com seguimento e
hélice em marcha avante, a proa guinará para bombordo.
100) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a bombordo, com seguimento e
hélice em marcha a ré, a proa guinará para boreste
rapidamente.
101) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a meio, partindo do repouso
e hélice em marcha avante, a proa guinará para
bombordo lentamente.
102) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a meio, partindo do repouso
e hélice em marcha a ré, a proa guinará para boreste
lentamente.
103) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a boreste, partindo do repouso
e hélice em marcha avante, a proa guinará para
boreste lentamente.
104) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a boreste, partindo do repouso
e hélice sem marcha a ré, a proa guinará para
boreste lentamente.
105) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a bombordo, partindo do repouso
e hélice em marcha avante, a proa guinará para
bombordo rapidamente.
106) Uma embarcação com um hélice, com rotação
direita, com leme a bombordo, partindo do repouso
e hélice em marcha a ré, a proa guinará para boreste
muito lentamente.
107) A manobra de suspender é sair com a embarcação
do local de fundeio, recolhendo a âncora.
108) A âncora Danforth é a mais comum a bordo
das embarcações de esporte e recreio.
109) São partes do leme: madre, cana e porta.
110) Numa atracação, com vento ou corrente perpendicular
ao cais, com aproximação a barlavento, deve-se
aproximar com a embarcação paralela ao cais, com
pouco seguimento.
111) Numa atracação, com vento ou corrente perpendicular
ao cais, com aproximação a sotavento, deve-se
aproximar com a embarcação com um ângulo aproximado
de 45º com o cais.
112) Numa atracação com vento ou corrente, paralelos
ao cais, deve-se aproximar com a embarcação sempre
contrário ao vento ou corrente, com ângulo agudo
ao cais.
113) Para se largar do cais, sem vento e sem corrente
, deve ser feita com o leme contrário ao cais
e máquina devagar adiante, largar todas as espias,
exceto a de ré, que esteja dizendo para vante.
114) Para se largar de um cais, com vento e corrente
pela proa, deve ser feita largando todas as espias,
exceto a que diz para vante, na popa, mantendo
o leme contrário ao cais.
115) Para se largar de um cais, com vento corrente
pela popa, deve ser feita largando todas as espias,
exceto a que diz para ré, na proa, mantendo o
leme na direção do cais.
116) Deve-se fundear a embarcação de esporte e
recreio, com a âncora Danforth, evitando os fundeadouros
de tença de areia dura.
117) A regra simples para se determinar a quantidade
de amarra a se largar num fundeio normal é de,
no mínimo, 3 vezes a profundidade local.
118) Quando houver risco de mau tempo ou o fundeio
for muito demorado, a regra para se largar a amarra,
com segurança da embarcação não sair da posição
é de 5 vezes a profundidade local.
119) Para se pegar uma bóia, para amarrarmos uma
embarcação, devemos proceder aproados a ela, com
pouco seguimento.
120) A tença é um tipo de fundo (qualidade).
121) Deve-se evitar fundear em área onde o espaço
de giro da embarcação seja limitado.
122) Para se suspender de um fundeadouro, devemos
ir recolhendo a âncora, com máquina devagar adiante,
caso a amarra esteja tesada para vante.
123) Uma embarcação no visual da minha, para existir,
com certeza, o risco de colisão, deverá apresentar
a situação de marcação constante e distância diminuindo.
124) Para fundear deve-se inverter a máquina e
quando estiver caindo a ré, largar âncora.
125) Quando numa embarcação de dois hélices, um
deles dá atrás e outro adiante, com a mesma rotação,
essa embarcação tende a girar a proa para o mesmo
bordo do hélice que dá atrás.
126) Para se fundear com correnteza e vento, deve-se
aproar ao vento, caso a embarcação tenha uma estrutura
alta no convés.
127) Quando duas embarcações navegam num canal
estreito, em rumos opostos, aproximando-se, ambos
devem tomar a margem de seu boreste..
128) Uma correlação está totalmente correta é:
Boreste – lado direito da embarcação; Bombordo
– lado esquerdo da embarcação: A Vante – fica
na frente; e A Ré – fica atrás.
SIMBOLOGIA
E CARTA NÁUTICA
129) As cartas náuticas servem para orientar o
navegador a se deslocar com sua embarcação, em
determinada área , apresentando tudo que for necessário
para sua segurança.
130) As coordenadas de um ponto, na carta náutica,
são as latitudes e longitudes deste ponto.
131) A Rosa-dos Ventos é utilizada, na carta náutica,
para direcionar nosso rumo.
132) O rumo da embarcação é a direção que um navegador
toma para, a partir de um ponto qualquer, chegar
a outro e o instrumento de navegação mais usado
para traçá-lo, na carta náutica é a régua paralela.
133) As distâncias, na carta náutica, são medidas
em escala de latitude são expressas em milhas
náuticas.
134) Os rumos, nas cartas náuticas, variam de
000º à 360º e são orientados a partir de um ponto
de partida, até o ponto de chegada. O instrumento
de navegação que é utilizado para medir as distâncias
entre estes pontos é compasso de navegação.
135) O posicionamento da carta náutica, para se
fazer as plotagens de posição, rumos e outras
marcações, deve ser com o título da carta e demais
informações de frente para o navegador, de forma
que ele possa ler e identificar as informações,
nela contidas.
136) Os símbolos e abreviaturas das cartas náuticas
servem para padronizar a utilização e a interpretação
das informações contidas nas cartas náuticas.
137) A grande escala é a que o navegador utiliza
nas cartas náuticas, para obter maiores detalhes
e uma navegação segura, em trechos de águas interiores..
138) Quando observamos, na carta náutica, a escala
1:3000, isto que dizer que a carta reduz, o trecho
nela mostrado, em 3000 vezes.
139) As profundidades das cartas náuticas são
medidas em metros e decímetros.
140) Os paralelos são retas paralelas, na carta
náutica, às escalas da extremidades superior e
inferior.
141) Os meridianos são retas paralelas, na carta
náuticas, ás escalas das laterais.
142) Para se determinar a latitude de um ponto
na carta náutica, devemos a partir do paralelo
mais próximo, tirar a distância até o ponto e
transportá-la, com o auxílio da régua paralela
ou do compasso de navegação, até a escala de latitudes
e ler o valor.
143) Para se determinar a longitude de um ponto
na carta náutica, devemos a partir do meridiano
mais próximo, tirar a distância até o ponto e
transportar, com o auxílio da régua paralela ou
do compasso de navegação, até a escala de longitudes
e ler o valor.
144) A declinação magnética local é utilizada
para ser aplicada ao rumo da agulha, junto com
seu desvio, para se determinar o rumo verdadeiro,
na carta náutica.
145) O aumento real é o valor que é encontrado
no interior da rosa-dos-ventos e é multiplicado
pelo total de anos de edição da carta náutica,
até o ano atual, e este valor é somado ou subtraído
da declinação magnética do local.
146) O símbolo Å, encontrado na carta náutica,
significa pedra submersa perigosa à navegação.
147) A publicação "Carta 12.000, Símbolos, Abreviaturas
e Termos" é que explica e mostra o significado
de todos os símbolos e abreviaturas contidos nas
cartas náuticas.
COMBATE
A INCÊNDIO
148) Só haverá fogo quando ocorrer a presença
de três elementos do triângulo do fogo: o comburente,
o combustível e a temperatura de ignição.
149) A combustão é a queima de substâncias sólidas
ou gasosas, na presença de ar atmosférico (oxigênio).
150) O combustível é o elemento da natureza capaz
de se queimar na presença de oxigênio.
151) O comburente é um elemento da natureza que
reage com as substâncias para gerar a combustão,
como, por exemplo, o oxigênio.
152) Os equipamentos de combate a incêndio mais
comumente encontrados a bordo das embarcações
de esporte e recreio são os extintores portáteis.
153) Extintores portáteis são equipamentos de
combate a incêndio, que utilizam os agentes extintores
para apagar o fogo.
154) Se embarcação começa a pegar fogo e o vento
está entrando por boreste. O seu posicionamento
para dar o combate às chamas deve ser mantendo-se
na proa ou na popa.
155) Os agentes extintores são as substâncias
que extinguem incêndios.
156) O extintor de água deve ser utilizado no
combate a incêndio em materiais sólidos inflamáveis.
157) O incêndio da classe A ocorre em materiais
sólidos inflamáveis.
158) Os extintores de CO2 são utilizados em incêndios
em materiais elétricos.
159) Os extintores de espuma são utilizados em
incêndios em líquidos inflamáveis.
160) O incêndio da classe B é o que ocorre em
líquidos inflamáveis.
161) O incêndio da classe C é o que ocorre em
materiais elétricos.
162) Para se utilizar o extintor de água, deve-se
apertar o gatilho e direcioná-lo para a base da
chama.
163) Para se utilizar o extintor CO2, deve-se
retirar o pino de segurança, segurar o difusor
e apertar o gatinho, direcionando o jato, para
a base do fogo.
164) Para se utilizar o extintor de espuma, deve-se
virar o extintor, com a tampa para baixo, e dirigir
o jato sobre a base das chamas.
165) O combate a incêndio é muito auxiliado quando
removemos para longe o material inflamável e resfriamos
os locais próximos.
166) São cuidados que devemos ter com os extintores
de CO2: evitar o contato direto do jato com a
pele e os olhos.
167) A água é um agente extintor que pode ser
utilizado nos incêndios em acomodações.
168) Os extintores portáteis devem ser arrumados
em locais de fácil acesso e de risco de incêndio.
169) Se estiver na cabine de comando e sentir
cheiro de queimado vindo do motor. O extintor
portátil que deverá pegar deve ser o de Espuma.
170) Se estiver na popa da embarcação e ver sair
fumaça no console de navegação. O extintor que
deve-se pegar é o de CO2.
171) Podemos improvisar, para apagar incêndios,
na falta de um extintor portátil, baldes de água.
172) Deve-se ter a bordo sempre extintores portáteis
com número determinado, de acordo com a lotação
da embarcação.
173) A quantidade e o tipo de extintor portátil,
nas embarcações de esporte e recreio, devem ser
cumpridos a bordo, para seguir viagem, e são definidos
na NORMAM-03 da DPC.
174) Os sistemas fixos de combate a incêndio são
sistemas com difusores fixos.
175) Os incêndios, em locais de difícil acesso,
são combatidos através de sistemas fixos de agentes
extintores.
176) São agentes extintores: água, CO2 e espuma.
PRIMEIROS
SOCORROS
177) Quando por ocasião de um acidente a bordo,
o acidentado não estiver respirando, deve-se proceder
uma respiração boca a boca.
178) Para se realizar a respiração boca a boca,
deve-se, antes, verificar se existem corpos estranhos
na sua boca.
179) A freqüência de sopros por minuto, numa respiração
boca a boca é de10 a 15.
180) Caso seja verificado que, após ter feito
a respiração boca a boca, o coração da vítima
ainda não está batendo, o procedimento correto
será fazer massagem cardíaca externa.
181) Caso o coração da vítima de um acidente a
bordo, não esteja batendo, deve-se iniciar a massagem
cardíaca externa.
182) O outro sintoma que acompanha a parada cardíaca
é a menina dos olhos dilatada.
183) O murro forte no peito deve ser tentado no
caso de parada cardíaca, e que às vezes funciona,
de imediato.
184) Após a massagem cardíaca ter feito o coração
voltar a bater, deve-se continuar a respiração
boca a boca.
185) A freqüência ideal de compressão e descompressão
do peito, na massagem cardíaca externa é de 69
vezes por minuto.
186) Quando houver ao mesmo tempo, parada respiratória
e parada cardíaca, deve-se realizar movimentos
intercalados, 8 massagens cardíacas e uma respiração
boca a boca.
187) Na respiração boca a boca, deve-se deixar
a cabeça da vítima voltada para trás.
188) No caso de fratura de antebraço, pode-se
imobilizá-lo com tábua, papelão ou jornal grosso.
189) A tala é o dispositivo utilizado para imobilizar
ossos quebrados, por meio de tiras de pano amarradas
a ele.
190) Para imobilizar o braço, deve-se deixá-lo
dobrado.
191) Para fraturas na perna, pode-se prender madeiras
compridas, por meio de tiras de pano ou cinto,
com a perna esticada.
192) A posição do pé, de uma perna quebrada, deve
ser a mais natural possível.
193) Caso exista risco de incêndio ou de explosão,
em local próximo à vítima fraturada, deve-se removê-la
primeiro do local de risco.
194) A vítima de choque elétrico precisa ser afastada
do contato com a corrente elétrica, utilizando
material não condutor de eletricidade.
195) A peça de metal é um dos materiais que não
deve ser utilizado para afastar a vítima do contato
com a corrente elétrica.
196) Após a retirada da vítima do contato com
a corrente elétrica, caso seja necessário, deve-se
realizar respiração boca a boca e massagem cardíaca
externa.
197) Nas pequenas queimaduras, deve-se lavar com
água e evitar romper a bolha.
198) Antes de se cobrir as queimaduras, com pano
limpo, deve-se passar mercúrio cromo ou mertiolate.
199) Nas grandes queimaduras, nunca se deve tirar
a roupa da vítima.
200) A hemorragia é uma grande perda de sangue.
201) Para estancar uma hemorragia, deve-se pressionar
o local com pano grosso.
202) O torniquete é utilizado para estancar hemorragias
muito grandes.
203) O torniquete deve ser aplicado, utilizando
um pano largo e um pedaço de madeira que se fixará
ao pano, por meio de um nó e torcendo a madeira,
a pressão interromperá a hemorragia.
204) São cuidados importantes com o torniquete,
exceto nunca desapertá-lo.
205) São atitudes certas, com relação a vítima
de grandes hemorragias, não dar líquidos enquanto
estiver inconsciente e mantê-la agasalhada.
206) Os primeiros socorros são medidas emergenciais
de prestação de socorro, antes do encaminhamento
médico.
SOBREVIVÊNCIA
E SEGURANÇA NO MEIO MARINHO
207) O colete salva-vidas que deverá ser guardado
a bordo, em quantidade exigida pela NORMAM-13
da DPC, para ser vestido, no caso de ter que se
abandonar a embarcação, para que náufrago flutue
com ele.
208) As embarcações de esporte e recreio classificadas
para a navegação interior, deverão ser dotadas,
obrigatoriamente, de 01 bóia salva-avidas (com
retinida flutuante) e coletes classe III (um para
cada pessoa a bordo).
209) O colete salva-vidas deve ser utilizado amarrado
ao corpo, com a parte flutuante para frente.
210) O número de coletes a bordo deve atender
ao limite máximo de pessoas a bordo.
211) Os coletes salva-vidas, deve ficar em local
de fácil acesso, em caso de necessidade, e nunca,
amarrado à embarcação.
212) Um cabo flutuante com alça de mão deve ser
amarrado na bóia circular, para facilitar o resgate
de alguém, que caiu na água.
213) No caso de abandono da embarcação, por causa
de incêndio incontrolável, deve-se pular, quando
houver óleo na superfície d’agua, contra a correnteza.
214) Para se afastar da embarcação acidentada,
o mais rápido possível, deve-se nadar contra a
correnteza e se for o caso, por baixo d’água,
até afastar o risco de óleo, na superfície.
215) Caso não haja vazamento de óleo e riscos
de incêndio, nas proximidades da embarcação, deve-se
afastar dela nadando a favor da correnteza.
216) São perigos à embarcação, em águas interiores:
toras de madeira flutuando, troncos de árvore
flutuando, pedras e bancos de areia.
217) Nunca deve-se exceder o limite permitido
de pessoas a bordo.
218) Para segurança da embarcação, deve-se proceder
diversas verificações, antes de sairmos para navegar
como luzes de navegação, equipamentos de salvatagem
e de combate a incêndio.
219) A estabilidade da embarcação é prejudicada
quando ocorre excesso de peso, em partes altas
da embarcação ou, má distribuição de pesos, em
relação às laterais da embarcação.
220) A bóia circular deve ser presa em local de
fácil retirada.
221) A melhor maneira de saltar na água, utilizando
o colete salva-vidas, é com as pernas esticadas
e os pés juntos.
222) Para improvisar material flutuante, em o
caso naufrágio, devemos utilizar pneus, latões,
barris, toras ou pedaços grandes de madeira.
223) No caso de afogamento, proceder do seguinte
modo: deite o afogado de lado, para vomitar a
água que bebeu, tire a roupa molhada e aqueça-o.
224) Caso o afogado não esteja respirando, deve-se
deitá-lo de lado, limpar sua boca de objetos que
obstruam sua respiração e realizar a respiração
boca a boca.
225) Caso o coração do afogado não esteja batendo,
devo proceder uma massagem cardíaca externa.
226) As cobras podem ser identificadas como venenosas,
ou não, através de suas pupilas e seu rabo.
227) A Sucuri é a maior cobra que existe e passa
quase a vida na água.
228) As arraias ficam na lama, nas beiras dos
rios e têm um ferrão venenoso, na ponta do rabo.
229) A pessoa deve procurar abandonar a embarcação
com roupas adequadas e material de salvatagem.
NORMAIS
GERAIS
230) A NORMAM-13 da DPC estebelece normas sobre
o emprego das embarcações de esporte e/ou recreio,
e atividades correlatas visando à segurança da
navegação, à salvaguarda da vida humana no mar
e à prevenção contra a poluição do meio ambiente
marinho por tais embarcações.
231) Todo material e equipamento destinado a segurança
da embarcação, tripulante, passageiro e profissional
não tripulante, tem de ser previamente aprovado
pela DPC.
232) A Inspeção Naval é atividade, de cunho administrativo,
exercida pela Capitania, Delegacias e Agências,
que auxiliam a Diretoria de Portos e Costas (DPC)
a exercer seu papel de fiscalização das normas.
233) São atitudes passíveis de suspensão ou apreensão
da carteira de habilitação do amador, pelo, prazo
máximo de 120 dias: entregar a condução da embarcação
à pessoa não habilitada; conduzir embarcação em
estado de embriaguez alcoólica ou sob efeito de
substância tóxica de qualquer natureza; utilizar
a embarcação, para transporte comercial de passageiros
ou carga; ou utilizar a embarcação para prática
de crime.
234) As categorias de amador são: Veleiro, Motonauta,
Arrais-Amador, Mestre-Amador e Capitão-Amador.
235) O Veleiro está apto para conduzir embarcações
à vela sem propulsão a motor, nos limites da navegação
interior (idade mínima 8 anos).
236) O Motonauta está apto para conduzir JET-SKI,
nos limites da navegação interior (idade mínima
18 anos).
237) O Arrais-Amador está apto para conduzir embarcações,
nos limites da navegação interior (idade mínima
18 anos).
238) O Mestre-Amador está apto para conduzir embarcações
entre portos nacionais e estrangeiros, nos limites
da navegação costeira.
239) O Capitão-Amador está apto para conduzir
embarcações entre portos nacionais e estrangeiros,
sem limites de afastamento da costa.
240) Qualquer pessoa, que tomar conhecimento da
existência de vida humana em perigo no mar, nos
portos ou via navegáveis interiores deverá comunicar
o fato à Autoridade Marítima, com maior rapidez
possível.
241) O amador terá sua habilitação cancelada quando:
for encontrado conduzindo embarcação já tendo
sido suspensa sua carteira de habilitação; reincidência
de suspensão da carteira; ou permanecer por um
período de 24 meses com validade da carteira vencida.
242) O órgão responsável pela execução dos exames
de amadores é a Capitania dos Portos e seus órgãos
subordinados.
243) O setor da Capitania dos Portos que fiscaliza
o cumprimento das normas é a Inspeção Naval.
244) O proprietário da embarcação de esporte e
recreio é a pessoa que registrou a embarcação
em seu nome.
Fonte: http://www.popa.com.br/docs/tecnicas/arrais.htm
DICIONÁRIO
NÁUTICO
A bordo - Encontrar-se no interior de qualquer
embarcação
Adernar - Inclinar a embarcação.
Adernar - Inclinar a embarcação para um dos bordos
A Favor da Maré - deslocamento com a ajuda da
maré.
Amarra - Corrente ou cabo que liga a âncora ao
barco.
Arrais Amador - É a pessoa habilitada a conduzir
embarcações dentro dos limites da navegação interior.
Atracar - Amarrar a embarcação a um cais ou outra
embarcação.
Arribar - Girar a Proa no sentido de afastá-la
da linha do vento
Árvore Seca - Navegação "sem velas" quando o vento
está muito forte
Asa de Pombo - Disposição das velas em lados opostos
quando se navega com o vento pela popa
Barlavento - A direção de onde vem o vento (contrário
de sotavento)
Bicha - Cabo usado para tensionar a valuma da
vela
Boia de Arinque -Bóia de pequeno tamanho, normalmente
em formato cônico, destinada a assinalar onde
foi jogada a âncora.
Boca - A parte lateral mais larga de uma embarcação
Bochecha - Parte da embarcação entre a proa e
o través
Bolsa de Tala - Reforços costurados a vela usados
para acomodar as talas
Bombordo - O lado esquerdo da embarcação quando
se está olhando para a proa
Bordejar - Velejar contra o vento usando uma série
de cambadas
Boreste - O lado direito da embarcação quando
se está olhando para a proa
Brandais - Cabos de aço estendidos lateralmente
até o topo do mastro, que impedem o seu movimento
para os lados
Burro - Dispositivo usado para puxar a retranca
para baixo
Caçar - Puxar as escotas
Cambar - Girar a Proa através da linha do vento,
mudando as velas de lado
Capitania dos Portos - Repartição subordinada
ao Comando da Marinha, com jurisdição em determinada
área marítima ou fluvial do país, e à qual compete
o trato de assuntos relacionados com a segurança
da navegação e o tráfego marítimo.
Capitão Amador - É a pessoa habilitada para conduzir
embarcações portos nacionais e estrangeiros, sem
limite de afastamento da costa
Cana de Leme - A alavanca que controla o leme
Catracas - Um dispositivo mecânico ou elétrico
usado para aumentar a capacidade de puxar um cabo
CHA - Abreviatura de Carteira de Habilitação de
Amador.
Cockpit - Espaço na parte de trás da embarcação
onde se localizam os seus comandos
Cruzeta - Reforço lateral em forma de cruz fixada
ao mastro onde se apóiam os brandais
Cunho - Peça fixada ao convés usada para amarração
de cabos
Cunningham - Olhal ilhós instalado na testa da
vela grande usado para tensioná-la
Dar um Jaibe - Girar a Popa através da linha do
vento, mudando as velas de lado
Desatracar - Desencostar e afastar "embarcação"
de cais ou de outra embarcação a que esteja atracada.
Escala Beaufort - A escala Beaufort foi criada
pelo almirante britânico Sir Francis Beaufort
em 1805 e estabelece uma correlação entre a velocidade
do vento e o estado do mar.
Escotas - Cabos usados para controlar as velas.
"Caçar" é puxar esses cabos trazendo a vela para
a linha de centro do veleiro e "Folgar" é soltá-los,
deixando a vela se afastar dessa linha de centro
Estai de Popa - Cabo de aço estendido entre a
popa e o topo do mastro que impede o seu movimento
para frente
Estai de Proa - Cabo de aço estendido entre a
proa e o topo do mastro que impede o seu movimento
para trás
Esteira - Borda de baixo
Esticador - Dispositivo usado para tensionar os
estais e brandais
Filado ao Vento - Condição em que a embarcação
aponta a proa diretamente para o vento sem seguimento
ou governo
Folgar - Soltar as escotas
Forras de Rizo - Dispositivo (olhais e cabos)
usado para reduzir a vela quando o vento está
muito forte
Fuzil - Dispositivo que conecta os estais e brandais
ao convés ou casco
Genoa - Vela triangular usada na proa
Guarda-Mancebo - Proteção de cabos de aço ao longo
da borda da embarcação
Leme - Um dispositivo com a forma de uma chapa,
localizado na popa do barco e que serve para governá-la
Mastreação - Conjunto de mastros, retrancas, estais,
brandais e demais peças que suportam as velas
Mastro - Perfil vertical que suporta as velas
e a retranca Mestra ou Vela Grande - Vela principal
montada no mastro maior
Milha Náutica - Unidade de distância usada
em navegação. (A Conferência Hidrográfica de 1929
fixou seu valor em exatos 1.852 metros).
Moitões - Conjunto de roldanas que servem para
guiar cabos numa direção desejada ou para compor
conjuntos para a redução de esforço
Nó - Medida de velocidade da embarcação equivalente
a uma milha náutica por hora ou 1,852 quilômetros
por hora
Olha - Argola de metal usada para reforço
Orça Fechada - Velejar o mais próximo possível
da linha do vento em direção contrária a este
Orça Folgada - Velejar num ponto entre a orça
e o través
Orçar - Girar a Proa na direção do vento (contrário
de arribar)
Outhaul - Cabo usado para tensionar a parte de
baixo da testa da vela
Panejar - Movimento da vela de balançar irregularmente
quando se solta demais a escota ou quando a proa
do barco aponta para a linha do vento num ângulo
menor do que a orça fechada
Pé - Medida equivalente a 12 polegadas ou 30,48
cm
Popa - Parte de trás da embarcação
Popa Rasa - Velejar com o vento soprando na mesma
direção da embarcação Poste de Guarda-Mancebo
- Poste vertical que suporta cabos de aço ao longo
da borda da embarcação
Proa - Parte da frente de uma embarcação
Púlpito - Armação de tubos usada para proteger
o velejador durante as operações na proa da embarcação
Punho da Adriça - Topo da vela "Local onde
é presa a adriça"
Punho da Amura - Parte "canto" de baixo
da vela
Quilha - Um peso sob a forma de uma barbatana,
fixado na parte de baixo do casco do veleiro,
que serve para impedir o abatimento lateral da
embarcação e contribui para a sua estabilidade
Retranca - Perfil horizontal usado para prender
e estender a esteira da vela grande
Rumos Cruzados - É quando duas embarcações a propulsão
mecânica navegam em rumos que se cruzam em situação
que envolva risco de colisão
Solas - Convenção Internacional para a Salvaguarda
da Vida Humana no Mar.
Talas - Tiras de plástico ou madeira que atuam
enrijecendo a vela e mantendo uma forma desejada.
Contribuem também para evitar o panejamento da
valuma
Testa - Borda da frente
Través - Velejar com o vento perpendicular em
relação ao rumo da embarcação
TIE - Título de Inscrição de Embarcação.
Tripulante - Toda pessoa, amador ou profissional
que exerce funções, embarcado, na operação da
embarcação.